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Muita coisa rolou ultimamente, e preciso contar da minha aventura na praia eu e minha família fomos para o Balneário Camboriú, e foi incrível tirando o fato de que voltei muito mais bronzeada do que já sou. O que, convenhamos, não seria problema nenhum se não viesse acompanhado daquele leve pensamento: “será que estou colecionando um futuro câncer de pele?” Mas tudo bem, porque comi como se estivesse competindo em algum reality show gastronômico
Teve também um momento triste perdi um brinco de prata, mas aí lembrei que ainda existem lojas por aí vendendo brincos novinhos nekk
Agora, o caminho… ah, o caminho foi praticamente um episódio de tragedias apraia, que fica a duas horas de casa, resolveu ficar a cinco. Culpa do trânsito e de múltiplos acidentes que transformaram a viagem em teste de paciência nível avançado. Confesso que fiquei meio ansiosa, meio com medo, e já imaginando roteiros de morte por acidentes, bizarro.

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Sem comentários,kk Lembram daquele post? Dica: o vampiro vitoriano
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Bem, nunca mais escrevi depois do meu último post, kk. Pra ser sincera, é uma mistura de preguiça com acontecimentos chatos pra caramba. Não sei, mas pra mim esse ano já deu. Tá bom, 2025, já cansamos de você. Ano que vem planejo fazer MUITAS COISAS KKKK e, pelo menos, realizar um dos meus sonhos — tenho tantos que nem sei qual escolher. Enfim, fui no aniversário de debutante da minha prima, mas o namorado dela conseguiu estragar o dia, e ainda fiquei de recuperação em quatro matérias. O que mais posso dizer, né? É isso aí. No final, Saray nem é tão interessante assim.
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wjkerhkejwlQWJHR amanha escrevo to com preguiçaKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
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li o livro O Diabo de león tolstoi, conta a história de um homem dividido entre o amor puro e tranquilo por sua esposa e a paixão irresistível por uma antiga amante. Esse conflito interno, entre razão e desejo, vai crescendo até se tornar insuportável. No fundo, o “diabo” não é uma figura externa, mas a tentação e a luta dentro do coração humano, e me pergntei, porque isso acontece? porque quando temos alguém que tanto amamos ainda estamos em busca do prazer e a luxuria? dai eu percebi que amar alguém não significa que todas as outras paixões se apagam; elas permanecem como ecos, lembranças que às vezes voltam para nos testar. Platão dizia que o amor é busca pela completude, e talvez por isso olhemos para trás, como quem procura pedaços de si em histórias antigas, acreditando que cada encontro guarda uma parte daquilo que nos falta. Nietzsche lembrava que somos feitos de impulsos contraditórios: queremos a calma do afeto presente, mas também a vertigem da intensidade perdida, porque o ser humano não é apenas razão, mas também excesso, desejo e caos. Pascal, por sua vez, dizia que o coração tem razões que a própria razão desconhece, e é justamente nesse mistério que se esconde a força das paixões antigas — não porque sejam melhores, mas porque carregam o perfume daquilo que já nos fez sentir vivos. O amor atual nos dá abrigo, mas o passado nos chama como uma janela aberta para o jardim da memória, onde flores secas ainda guardam cor e perfume sabe nao existe como uma logica exata do porque olhamos pra trás tendo um relacionamento feliz e tranquilo.

agora sartre falava que, mesmo amando, continuamos livres e essa liberdade nos leva a desejar, a revisitar caminhos já trilhados, como se buscássemos confirmar quem somos. No fundo, o “diabo” de Tolstói não é externo, mas a tentação que nasce dentro de nós, entre o conforto do amor e o fascínio da paixão. Somos seres que oscilam entre o lar e a aventura, entre o abrigo e o risco, e talvez seja justamente nessa oscilação que se revela a beleza da condição humana. O amor nos dá raízes, mas o desejo nos dá asas; e viver é aprender a equilibrar esses dois movimentos sem sufocar nenhum deles. A serenidade está em reconhecer que não precisamos escolher entre ser pássaro ou ser árvore, porque dentro de nós coexistem ambos: a vontade de permanecer e a vontade de partir. É nesse paradoxo que se encontra a poesia da vida, e talvez seja por isso que, mesmo quando amamos, ainda buscamos não por falta, mas porque o coração humano é infinito em sua sede de sentir

inestável

Nov. 20th, 2025 11:31 pm
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Eu sou instável, no dicionário, algo incerto é algo que muda constantemente, como o mar que ora se ergue gigante, ora se recolhe pequeno. Quero o mundo inteiro nos meus pés, mas tremo diante da porta da minha própria bolha. Quero ser tudo: cantora, escritora, fotógrafa, poeta, produtora, ilustradora… mas às vezes ser tudo é também ser nada, porque o peso dos sonhos cansa. Queria apagar minhas redes, desaparecer no silêncio, mas também queria ser vista, lida, compreendida sem precisar gritar por atenção. Queria dançar em festas, me perder em baladas, mas também queria o canto solitário, com o meu violão, a solidão e a melancolia que me abraça. Queria ser livre, não me prender a ninguém, não dar explicações a ninguém… mas o amor é doce demais, e sempre volto a ele. Sou bonita, dizem, mas no espelho encontro um reflexo que me fere, Queria ser pássaro, queria ser vento, mas no fim sempre me detenho, ou alguém me detém ah sei lá.

Queria aprender tudo, ler tudo, conhecer tudo, mas há um conforto estranho em repousar na ignorância. Queria ser diferente, ser algo que o mundo precise, mas não me sinto suficiente em nada do que sei. Cansei de ser eu, de amar demais, de sentir demais, de viver demais… mas ainda assim, quando olho ao redor, percebo que sou tão legal. Queria me encontrar num bar e conversar comigo mesma, mesmo sabendo que, em minutos, eu me acharia chata demais. Dentro da minha cabeça há um jardim bonito, embora bagunçado. Às vezes penso em arrumá-lo, mas pra quê, se ninguém nunca vai vê-lo? Ah melhor deixa pra lá Eu não sei de nada, não quero saber de nada, mas quero saber de tudo. Quero conquistar, mas não quero correr. Dizem que há um trem que passa só uma vez, mas tenho medo de embarcar: e se ele me levar para longe de mim? Eu não sei se quero mais. mas com certeza eu quero mais.
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ele é tao gostoso
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Estava assistindo ao filme "A Bruxa" e achei meio confuso e um pouco lento. Ele consegue criar uma atmosfera em torno de uma família rigorosamente religiosa e leva à conclusão de que o verdadeiro terror não está no demônio, mas na intolerância e no medo que as pessoas criam em nome da fé. A liberdade pode ser assustadora, mas também é a única forma de escapar da opressão.

Achei a ideia genial, mas senti que faltou dar mais ênfase em algumas partes do filme que ficaram em aberto. No restante, retrata muito bem a opressão religiosa e o medo de algo absolutamente desconhecido. Acredito que a bruxa seja uma metáfora da liberdade e da escolha de viver fora das regras impostas.


(gif do filme :3)
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Pois bem, a feira foi legal. Fui gravar o anúncio do negócio, mas fiquei com vergonha e acabei falando nada com nada KKKK. Fui a única que ficou chamando os clientes para comprar as coisas, não tenho vergonha de quase nada. Comi pra caramba também e nem sei mais o que dizer mas foi legal ate

que odio

Nov. 12th, 2025 01:32 pm
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Eu sinceramente não sei como fui parar nessas amizades, juro, às vezes só de conversar com eles já fico com dor de cabeça. Não gosto de falar mal dos meus amigos, mas sério, eles são tão chatos. Tem uma que não tem personalidade; até gosto dela, mas ela vive querendo excluir os outros para ficar só com uma menina, sem pensar em como nos sentimos. Isso é tão cansativo, porque, com minha personalidade mais extrovertida, tento ser compreensiva e incluir todos, mas às vezes não dá. Eu odeio fazer parte desse grupo miserável.

O outro só está com a gente porque não tem opção; se revelasse para os outros amigos sua preferência sexual, eles se afastariam, então ele se vê obrigado a andar com a gente. uma bomba Não aguento mais ter amigos assim. E ainda tem uma que é namorada do amigo do “vampiro vitoriano”, mas ela e o namorado são tão chatos, ela jura que é a protagonista de uma historia de romance, dos anos 2000 Argh, quero fugir me dou melhor com animais do que com essas pessoas, a unica legal é a terrorista intergaláctica a unica que eu realmente gosto, ela é a unica que nao é falsa, e sempre que acontece algo de preocupa conmigo, ela nao merece andar nesse grupo chato e cansativo

domingo

Nov. 9th, 2025 10:29 pm
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Foi um dia interessante. Acordamos cedo, minha família e eu, para apoiar minha irmã que tinha vestibular. Depois do café, nos arrumamos e fomos ao restaurante novo de uma amiga dos meus pais. Como era inauguração, comemos bastante e, logo depois, teve um sorteio de caixas de bombons. Me inscrevi, mesmo sem acreditar que ganharia e nem gostando tanto do bombom premiado. Alguns minutos depois, chamaram o vencedor, e ouvi meu nome de longe: "SARAY!". Meus pais e eu nos olhamos surpresos e fomos buscar o prêmio. Em seguida, levamos minha irmã ao vestibular, mas o endereço estava errado. Chegamos cinco minutos antes de fecharem o portão, que só não se fechou completamente porque travou na hora, que sorte!!

Nesse meio tempo, comecei a passar muito mal por causa das minhas doenças crônicas pulmonares. Minha mãe decidiu me levar ao médico, onde fui atendida com prioridade devido à gravidade. No entanto, tudo o que fizeram foi aplicar soro, que ainda deixou um enorme hematoma no meu braço. Fui liberada com diagnóstico de ansiedade e ataque de asma normal

Enquanto esperávamos minha irmã por uma hora, ficamos contando histórias e fazendo planos para o futuro. Quando ela voltou, entramos no carro e fomos embora. No caminho, passamos por uma praça e comemos cachorros-quentes. Depois, finalmente chegamos em casa exaustos das aventuras do dia e fomos dormir

sera mesmo

Nov. 9th, 2025 10:50 am
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Às vezes penso que a casa da minha avó era tão mágica que parecia coisa da minha imaginação, sempre cheia de elementos fora do comum, como objetos antigos demais para a época dela ou coisas que não faziam sentido. Por exemplo, a casa era cercada por estátuas pelos cantos, algumas nuas, outras quebradas ao meio. Havia animais gigantes de cimento que às vezes davam um aspecto assustador, mas o mais assustador era o que havia dentro deles (algo que nunca descobri). Tinha uma tartaruga gigante que eu chamava de Tomassa, bem feia. Que saudades.

Havia duas piscinas, para ser exato, mas as pessoas às vezes tinham medo de entrar, porque atrás da casa da minha avó havia uma floresta ou um campo enorme (não lembro ao certo) onde eu e meus primos jurávamos ver animais como girafas, leões e bichos inventados. Não sei dizer se era mentira, porque todos nós os vimos. No entanto na piscina, animais podiam aparecer sem querer, como bichos ou cobras. Mas, quando enchiam a piscina, sabíamos na hora que era seguro. Foi ali que meio que aprendi a nadar.

Lá tinha anjinhos nas paredes, que pareciam observar cada movimento. Também havia um parquinho (um parquinho desgraçado), bem onde o sol batia. Não era como os de hoje em dia, era daqueles de ferro, e quando fazia sol, para brincar tínhamos que aguentar o calor até quase desidratar. Uma das coisas mais curiosas era o lago com peixes. Você jogava comida neles, e eles reagiam de forma impressionante. Totalmente fora do comum aquela casa. Minha avó não mora mais lá, agora está na Europa vivendo como uma fada confeiteira (ela só faz bolo). Mas, por algum motivo, aquela casa não aparece no mapa, mas se você seguir reto e andar até não sentir os pés, acabará encontrando.

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Nada, não fiz nada, só pintei. Nem sequer comi alguma coisa, mas são 14:00, então acho que ainda dá tempo pra fazer coisas legais (eu espero). Tô muito entediada, pensando seriamente em fugir kkkkkkkkkkkkk.

O que vocês fariam se alguém dissesse: "Vou te dar o poder que quiser, mas você tem que esquecer todos os seus amigos"? eu nao acho nada, nem amigo eu tenho
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não fiz nada muito interessante além de sair e ir para a "biblioteca", mas na verdade fui ver o meu vampiro vitoriano do século XIX, e nos beijamos. Ele apenas devorou minha alma, não sobrou nada, tristemente.

comi, comi, comi, tomei banho e dormi. Isso resume meu dia até agora, exceto que assisti a um filme tão entediante que nem consegui terminar (neste momento estou no minuto 38:00). O que mais posso dizer, né?
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No começo, foi um dia normal. Fiz o que toda pessoa faz: tomei banho, comi, escovei os dentes e fui para a escola. No caminho, as coisas começaram a ficar estranhas. Uns caras entraram no ônibus e começaram a brigar, pelo que ouvi porque um tinha empurrado o outro. Não consigo entender por que as pessoas brigam por essas coisas sem importância. Quando fui descer, vi minha professora de biologia dormindo. Acordei ela porque nós duas estávamos atrasadas. Por uma obra do destino, um professor faltou e minha primeira aula seria com ela, então ela me deixou entrar mesmo atrasada.

Na quarta aula, meu professor de inglês chegou com um homem vestido de preto e com um tablet. Eles me chamaram para um canto e perguntaram se podiam falar comigo na direção. Achei estranho, pois não tinha feito nada e quase morri de medo do que poderia ser. Depois de 20 minutos, ouvi meu nome no microfone da escola e fui ver o que era. Quando cheguei lá, os caras estavam me esperando para perguntar se eu queria participar de um comercial. Eu seria uma das modelos principais (não por ser bonita kk) mas porque sou quase uma poliglota. Eu faria o comercial em três idiomas junto com três garotas. Fiquei nervosa na hora e não soube o que responder, mas acabei aceitando.

Depois da escola, decidi visitar minha tia e a mãe dela. Fazia tempo que não as via. Quando cheguei lá, almocei, comi muita besteira e ganhei uns presentes delas (amo muito elas). Quando cheguei em casa, tomei um banho longo e fui dormir.

que isso

Nov. 1st, 2025 07:02 pm
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Que dia curioso! Hoje saí com minha irmã e dois rapazes que nem vou dizer quem são, mas vou chamá-los de vampiro vitoriano e o menino de ascendência indígena. Foi um dia meio caótico, mas divertido. Presenciamos um casamento e andamos meia hora até encontrar metade de uma casa abandonada. Logo depois, vimos um cara entrando no mesmo lugar e decidimos ir embora. Mesmo assim, foi legal. Minha irmã e o menino de ascendência indígena ainda levaram um choque das cercas no meio de tudo, fofos.

Depois disso, fomos comprar algo para comer e caminhamos até a praça. Lá, vimos os dançarinos da famosa "carreta da alegria" do Brasil. Minha irmã quis tirar uma foto com o Homem-Aranha que estava lá. Depois da foto, o cara me puxou e insistiu para eu tirar uma foto com ele também, mas segurou minha cintura e foi estranho. Depois, começaram a tentar roubar um beijo da minha irmã, bizarríssimo!

Continuamos andando até encontrar uns bancos, onde ficamos conversando sobre coisas aleatórias. O menino indígena tentou puxar assunto com minha irmã, o que foi meio engraçado. Mais tarde, vimos o casamento na igreja à frente. A noiva jogou o buquê, e eu "peguei" (mentira, mas seria legal). Foi divertido estar com minha irmã, o vampiro vitoriano e o menino de ascendência indígena. Depois, caminhamos até o ponto de ônibus e ficamos ouvindo música até o ônibus chegar, o que demorou bastante. Esse foi basicamente o meu dia.

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777777777777777777777777777777777777

Acho esse número tão fofo.
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Sou completamente apaixonada pela música, acho que é uma das minhas maiores paixões, e consigo enxergar algum tipo de arte em qualquer música (até mesmo naquelas que são nefastas). Desde criança, minha avó me influenciou a tocar, cantar e sentir a música. Aprendi a tocar piano aos 4 anos de idade e depois um pouco de violão e harpa (só um pouquinho). Porém, quando fui embora da casa dela, parei de tocar.

Quando fiz 13 anos, já tinha esquecido quase tudo sobre tocar instrumentos, embora a teoria musical nunca tenha saído da minha mente. De presente, minha mãe me comprou um violão preto, que chamei de Pedro (em referência ao meu tio Pedro e ao meu bisavô, que eram pretos como carvão). Até hoje ainda não terminei de aprender, mas no ano que vem pretendo fazer um curso. Enfim, sou completamente apaixonada pela música.

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Foto tirada com câmera (algo assim). Tenho 7 gatos, mas sinto uma conexão especial com este gato preto. Amo-o muito e acredito que as circunstâncias em que o encontrei me fizeram amá-lo mais do que amo a mim mesma.



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